2 de Janeiro de 2009

Sociedade Brasileira de Blues faz 10 anos


No segundo semestre de 1997 enviei um e-mail ao Bruno Bluesman. Eu tinha um site dedicado ao Rei do Blues, .B.King e ele outro site sobre blues em geral.

No e-mail sugeri a ele a idéia de começarmos algo juntos para tentarmos ajudar a propagar o blues no Brasil. A internet ainda estava começando e o primeiro site foi ao ar no Geocities (sim, vocês se lembram disso?!).

Em janeiro de 1998 foi ao ar o primeiro site. Confiram como era a layuot do site!

Para comemorar nossa primeira década de história traremos algumas reportagens especiais neste mês. Também estamos planejando uma comemoração no final do mês.

Acompanhem nosso site e confiram!

Brazilian Blues Society: keeping the blues alive!

17 de Fevereiro de 2008

Val Tomato lança seu novo CD


Val Tomato lança seu novo CD Live gravado ao vivo em São Paulo, um show repleto de energia,feeling,virtuosismo e versatilidade, mostrando porque Val Tomato é considerado um dos maiores gaitistas da atualidade, arrancando elogios de músicos internacionalmente consagrados! Live traz em seu repertório o autêntico Chicago blues:shuffle, boogie-woogie, slow,balada e jazz-blues.


Traz uma composição do grande gaitista Charlie Musselwhite e o clássico Everyday I have the blues.Tudo isso ainda somado a grande participação especial do lendário saxofonista Manito(os incríveis e Mutantes) que despensa comentários.

Val Tomato participou grandes festivais pelo país, BSB Blues festival( Brasília) sendo acompanhado pela Brasílian Blues Band, Sesc’n Blues(Ribeirão Preto), Buffalo Blues(Belo Horizonte), tocou nas 2 edições do Sesc’n Blues 2004 e 2006(Bauru), Caieiras Blues Festival juntamente com Blues Etílicos, The Blues Festival (São Paulo) com seis atrações internacionais de primeira linha e ect....

Val tocou no programa do Jô Soares e em festa da MTV com sua antiga banda, Walking Blues, com a qual lançou outro CD. Ele já fez shows ao lado de Blues Etílicos, Blue Jeans, Renato Teixeira, saxofonista Manito( ex-incrìveis e mutantes), Zé Geraldo e 14 Bis, além de Billy Branch.

Home page: http://www.valtomato.com.br/

29 de Setembro de 2007

Entrevista com gaitista Jefferson Gonçalves


Por Ugo Medeiros, Colaborador da SBB

SBB - Você sempre tocou gaita?
Jefferson Gonçalves – Eu só sei tocar gaita. Gosto de outros instrumentos de sopro, como flauta e pife. Mas apenas toco gaita...

Quando começou esta atração pela gaita?
Sempre gostei desde novo. Escutava Bob Dylan, Neil Young e Jethro Tull (o fato de ter uma flauta). Sempre fui ligado ao Rock and Roll, Folk e até à música nordestina (gosto muito de bandas de pífes). Mas quando tive a coragem de comprar o meu primeiro instrumento, foi a gaita. Comecei a tocar aos 20 anos, mas gosto de música desde os meus 10 anos.

O Charles Musselwhite é uma grande influência na sua formação musical?
Eu gosto da sua música, mas não é a minha influência como gaitista. Já escutei muito o trabalho dele, mas eu não tenho muito do estilo dele. A minha maior influência na gaita diatônica foi Little Walter e Sonny Terry e na cromática Toots Thielemans e Maurício Einhorn, além de muita coisa de bandas de pífano.

Você fez parte de uma banda que fez história no Rio de Janeiro, o Baseado em Blues. Como você analisa sua participação nessa banda?
O Baseado em Blues foi a minha primeira banda. Na época eu tinha acabado de terminar a aula com o Flávio Guimarães e Zé da Gaita. Eu arrumei um show para o Zé; então ele me mandou formar uma banda e abrir o show. Assim nasceu o Baseado em Blues. Ficamos 14 anos na estrada rodando o Brasil. Nós eramos muito inexperiente, e aprendemos no palco; a banda aprendia junto a como se portar. Aprendemos muito. Foi a banda que me colocou no mundo da música. Se não fosse pela banda, não estaria dando esta entrevista. Graças ao Baseado em Blues estou no mercado. Infelizmente a banda acabou, mas hoje cada membro segue sua vida com o aprendizado que tivemos na estrada, seja em outras bandas ou acompanhando outros artistas, eu mesmo levei esse aprendizado para o meu trabalho solo...

Atualmente a sua carreira solo toma novas vertentes. Um som com influências nordestinas, sonoridades regionais. De onde vem isso?
Esta influência veio desde novo. Se você for ver minha discografia, eu tenho de música clássica à Blues, música nordestina, banda de pau e corda, banda de pife, etc... Gosto de estudar o rítmo. Sempre procurei tocar gaita percusivamente. A música brasileira, principalmente a nordestina, é uma das mais ricas ritmicamente. Encaixa muito dentro da gaita; é possível pegar muita coisa de sanfona e pife e transportar pra gaita. Comecei a ver uma ligação. Acho que essa mistura está dando certo...

Você tem um projeto paralelo com o Big Joe Manfra, o Blues Etc. Comente.
Gravamos um CD, viajamos quase todo o Brasil. Infelizmente teve que parar pois o vocalista, Pedro Quental, casou-se com uma pernambucana e agora mora em Recife. A banda está parada até encontrar alguém para o lugar dele. Tem muita gente cantando tão bem quanto ele, mas tem que haver a química: bom astral no estúdio, no palco, nas viagens... Não é apenas tocar. Não queremos colocar alguém apenas para ganhar dinheiro; se for assim, há o risco de acabar a magia que foi o Blues Etc. Começamos tocando em bar, de brincadeira. Acabou dando certo e gravamos um CD. Temos que manter essa filosofia. Este ano ainda devemos voltar com o Blues ETC., mas com outra pessoa cantando, fizemos alguns shows com essa pessoa e deu certo. Se tudo correr bem gravaremos um novo CD.
O próximo álbum será ligado ao Blues mais tradicional, mais acústico.

Você acabou de fazer uma Tour com o Big Gílson na Europa. O estrangeiro está começando a respeitar os bluesmans brasileiros?
Não apenas os músicos de blues, mas de qualquer estilo! Música instrumental logo é associada ao Naná Vasconcelos, Hamilton de Holanda, Carlos Malta. Entre outros. No mundo da gaita todos falam do Maurício Einhorn. Eles conhecem Fernando Noronha! A nossa música não deixa nada a desejar. Temos uma vantagem: o swing e a rítmica. Eles acham legal que a gente não toque aquele blues tradicional. É impossível, temos que tocar da nossa forma com um toque de swing. Fomos muito bem recebidos. Foi a minha primeira tour pela Europa, gostei muito.

Você faz uma análise positiva ou negativa do cenário de blues brasileiro atual?
O blues assim como a música instrumental nunca vai acabar. Está sempre resistindo. No Brasil, teve altos e baixos, desde que eu comecei a tocar. Tinha época em que o Rio de Janeiro tinha um forte circuito de blues no Circo Voador. Agora parou um pouco. Há muitos festivais pelo Brasil afora como de Rio das Ostras, o de Guaramiranga e muitos outros no Nordeste. A agenda de blues e instrumental está sempre lotada. Às vezes temos que nos adaptar: viajar com a banda completa, ou tocar em trio ou sozinho mesmo. São poucas as bandas que se mantêm como o Blues Etílicos. É muito difícil manter a formação original. O custo é alto, o que acaba nos obrigando a adequar às exigências do mercado. Mas o blues nunca acabará. Ao contrário, está sempre se renovando, aparecendo caras novas. O festival de Rio das Ostras comprova isto: está em sua 5ª edição, cada vez maior e melhor.

A criação da Blues Time, é uma esperança ao Blues brasileiro?
Não sou sócio, sou apenas um músico da Blues Time. O Manfra montou o selo e eu apenas o ajudei com alguns contatos: Peter Madcat, Jamie Wood, Big Gílson, etc... É mais um selo que agora está sendo distribuído pela Tratore. Fico feliz pois está tendo boa aceitação. É a luta diária, vencendo um leão a cada dia. Um selo pequeno, mas que dá valor ao Blues.

Há algumas semanas entrevistei o Celso Blues Boy. Perguntei quem seria o nome de maior destaque da nova geração. Não hesitou em responder que era você. Como sente-se ao escutar do mestre do Blues brasileiro?
Temos uma relação de amizade muito forte. A primeira vez que toquei no Circo Voador, foi na banda dele. O engraçado é que ele não gosta de gaitista, mas ele gosta de como me encaixo no trabalho dele. Vai ver porque eu também sou vascaíno. É claro que fico lisongeado. Ligarei para ele e agradecerei (risos).

29 de Agosto de 2007

SBB faz 8 anos e lança novo site!

A Sociedade Brasileira de Blues comemora 8 anos de existência neste mês de Agosto.

E para comemorar, lançamos muitas novidades para vc amante do blues!

Para os Membros:
  • Carteirinha de Associado, impressa online
  • Descontos em shows e bares blues por todo Brasil
  • Download de métodos musicais
  • Publicação de anúncios classificados
  • Newsletters e notícias blues em seu email

Para as Bandas:

  • Cadastro de ficha técnica completa
  • Publicação de eventos online na Agenda SBB, com flyers de desconto para os Membros SBB.
  • Publicação de fotos
  • Publicação de releases
  • Publicação de Mp3

Afilie-se agora mesmo ou atualize seu cadastro.

Um abraço blues,

Sociedade Brasileira de Blues

17 de Junho de 2007

“Quem foi que falou que acabou o Rock n Roll?” - entrevista com Celso Blues Boy

- por Ugo Medeiros, Colaborador SBB

“O bom filho à casa torna”, já diz o ditado. Sem tocar no Rio de Janeiro, sua terra natal, desde 2004, Celso Blues Boy, considerado o primeiro bluesman brasileiro, retornou aos palcos da casa que lhe consagrou: o Circo Voador. Após 3 anos longe da Cidade Maravilhosa, o guitarrista voltou a alegrar seus fãs, levando-os ao delírio. Autor de grandes clássicos do Rock brasileiro e detentor de uma técnica e um feeling invejáveis, cuja as marcas registradas são a pegada pesada, com notas cheias de sentimento que mais parecem um choro ecstasiante, e sua voz inconfudível mostram o porque sua carreira é um sucesso no Brasil e exterior.
Na Estrada, em sua carreira solo, desde 84 com discos de sucesso como “Som na Guitarra” e “Marginal Blues”, o mestre da guitarra deu novamente mais uma aula de como lidar com o Rock n Roll. Com uma larga experiência e levando na bagagem parcerias como Raul Seixas, Cazuza e BB King, o carioca mostrou que a idade não é uma barreira aos que são devotos da boa música.
Numa noite em que caiu uma tempestade como há tempos não se via, a Lapa respirou novamente Blues-Rock de qualidade. Os fortes ventos e o frio, que o carioca não está acostumado, não serviram de desculpa para faltar a apresentação de um dos maiores guitarristas do país. Uma legião de fãs (que seria ainda maior não fosse o fato da cidade estar debaixo d’água) pôde deliciar-se com um clima tipicamente blueseiro. A abertura ficou por conta da dupla Eduardo Gemmal e Rodrigo Muniz, que lideram o projeto “As terças do Blues”: um projeto de voz e violão acústico. Tocando clássicos do Blues americano, passando desde Robert Johnson, Elvis Presley, Johnny Cash e BB King, o público pôde sentir-se num bar de estrada do Sul dos EUA.
Aos poucos a platéia chegava com a esperança de escutar músicas como “Marginal”, “Tempos difíceis” e “Aumenta que isso ai é Rock’n’Roll”. Ao apagar das luzes e a primeira nota gritar, todos entraram em um estado de felicidade e saudosismo coletivo. Com sua apresentação refinada, como de costume, o Circo Voador foi transportado para o meado dos anos 80. A emoção era tanta que mesmo tendo problemas técnicos, por duas vezes, o público não perdeu o entusiasmo e continuou cantando sozinho, mesmo sem o acompanhamento da banda.
Além dos grandes hits, Celso também pôde mostrar 2 composições novas: “A casa da luz vermelha” e “Quem foi que falou?”. A primeira um slow blues ao estilo do seu mestre e amigo BB King, e a segunda, um rock n roll encorpado, sem medo de colocar peso na parte instrumental e com um refrão emocionante (“Quem foi que falou que acabou o rock n roll?!”).
Mais uma vez, Celso Blues Boy impõe-se no mundo do Rock n Roll como um dos maiores nomes e mostra que no Brasil também há espaço para esse estilo musical. Consegue quebrar o preconceito de que Rock e Blues apenas são bem executados por “gringos”.

Entrevista Celso Blues Boy:

Como se deu o seu primeiro contato com o Blues?

Eu sou carioca, mas na época morava no interior, em Blumenau. Lá não tinha muito o que fazer, não tinha televisão. Eu tinha um tio-avô que morava aqui no Rio de Janeiro e que viajou aos EUA. Mesmo não entendendo nada de música, comprou 50 LP’s indicados pelo vendedor; dentre esses, tinha de um “negão” que eu gostei e ficava escutando na minha vitrolinha de pilha. Anos depois fui saber que aquele “negão” era o BB King, e que aquilo se chamava Blues.

Há inúmeros guitarristas de Blues, desde Robert Johnson, BB King, JJ Cale, Buddy Guy, Eric Clapton, entre outros. Qual você considera o mais importante para a sua formação?

Acredito que tenha sido BB King, Freddie King, Roy Buchnan, Eric Clapton e Rory Gallagher. Acho que esses tenham sido os mais importantes.

Você pôde participar de duas bandas na década de 70, o Legião Estrangeira e o Aero Blues. Como foi essa experiência? Como era, naquela época, participar de uma banda de Rock e Blues, no Brasil?

No caso do Aero Blues, foi a banda que tocava no primeiro Pub de Blues do Brasil (Apaloosa, em Copacabana). Era uma loucura pois tocávamos de terça-feira a domingo, descando apenas na segunda. Tinham vezes que fazíamos 3 ou 4 shows numa sexta-feira ou sábado à noite; a casa ficava lotada. Foi quando apareceu pela primeira vez o cenário Blues brasileiro. A Legião Estrangeira, que veio antes, era uma banda de Hard-Rock, mas que fazia alguma coisa de Blues, que até então ninguém tocava. Pode-se falar que era um Hard-Blues. Foi uma experiência muito legal, pois a banda era praticamente eu e mais dois. Tocava com os músicos da época, como Raul Seixas. Nós tocávamos e parávamos. Quando saímos em turnê, às vezes tínhamos que trocar de músico; um ou outro saía. A formação não era sempre a mesma... Dessa forma conseguimos um sucesso que para a época era muito difícil, e juntamente uma legião de fãs. Nós fazíamos shows no Teatro da Praia em plena segunda-feira e enchia! Era muito legal.

Em 84 veio o primeiro LP, Som na Guitarra, e junto o reconhecimento da mídia. Como foi tornar-se o grande nome do Blues brasileiro?

Eu nunca me considerei como um nome do Blues brasileiro. Acontece que naquela época não havia ninguém de Blues. Eu estorei com um Rock’n’Roll no começo do Movimento Rock Brasil. Ali ninguém tinha sucesso, mas apenas um único sucesso, devido ao pouco tempo que essas bandas haviam entrado para a “mídia grande”. O Paralamas do Sucesso tinha apenas uma música; assim como o Titãs. Mas quando iam ao meu show, diziam que eu tocava um blues-rock. A partir disso e do meu nome “Celso Blues Boy”, começou-se a criar um cenário de Blues no Brasil e um público específico ao final dos anos 80, que não é o meu caso... Eu atinjo aqueles que curtem o Blues e o Rock.

Você é amigo do BB King. Como nasceu essa amizade?

Eu fui entrevistá-lo, como convidado, para uma revista, de guitarrista para guitarrista. Na época eu já estava com bastante sucesso, estava no meu segundo LP. Durante a coletiva colocaram-me pra falar com ele; também colocaram os LP’s para ele escutar. Ele ouviu e gostou. Dos três shows que fez, pude ir apenas no último. Neste, a produção reservou um acento perto do palco. De repente ele me chama para tocar e o público vai ao delírio. Após o show, me elogiou bastante e convidou para fazer uma carreira solo nos EUA. Eu não queria e não poderia fazer devido aos contratos e à agenda de shows que tinha. A partir ficamos amigos: tocamos em vários lugares, como no Festivalde Montreaux, em Paris, no Brasil, etc...

Como você vê o cenário do Blues brasileiro hoje em dia? Ainda tem muito o que melhorar?

O grande problema do cenário Blues é que há pouco trabalho autoral. Falemos sério: se você pega uma banda de blues e toca basicamente aquele “quadrado” de Blues, coloca uma letra em inglês e diz que a música é dele, não ficará algo muito original. Será algo semelhante à qualquer música que se escuta num CD de Blues americano...

Dessa nova geração de Blues brasileiro quem te chama mais atenção?

Eu não poderia dizer que é da nova geração. Mas, pelo menos pra mim, é nova: Jefferson Gonçalves. Ele tem conseguido destacar-se com muita originalidade.

Você tem planos de gravar um CD novo?

Eu já tenho um CD gravado. Na verdade, nem gosto de falar sobre isso pois ultimamente tem dado problemas: ia lançar dois CD’s, mas na hora de assinar o contrato acabou não concretizando-se. Dessa vez tudo indica que dará certo e será lançado este ano, pelo menos é o que diz meu empresário (risos).

Após mais de 20 anos de uma carreira de sucesso, você sente-se realizado musicalmente?

Bastante. Tudo o que eu tenho na minha vida, quem deu foi a música. Nunca ganhei nada. Desde os 16/17 anos tudo o que ganhei foi graças à guitarra. Todas as metas que tracei no começo, foram cumpridas e até outras que nunca havia pensado. Meu trabalho está bem feito, mas não quer dizer que esteja terminado.

Hoje em dia se você pudesse escolher algum músico para fazer uma parceria no palco, quem seria?

Por mais que o BB King já esteja cansado, tocar com ele é muito bom...

Qual a importância do Circo Voador para a sua carreira?

Você viu a propaganda do show? Leu o que estava escrito embaixo? Estava escrito: “Celso Blues Boy em casa”. Diz tudo né?! Eu sou o recordista de apresentações e de público. Aqui eu realmente sinto-me em casa.

27 de Maio de 2007

Clipe Promocional do 41st Montreux Jazz Festival

Confira em primeira mão o clipe promocional do 41th Montreux Jazz Festival, que ocorrerá entre 6 e 21 de julho em Montreux, Suiça.


Despedida de B.B.King em Montreux - Julho de 2006

Estive neste show e foi fabuloso! Despedida de B.B.King no Festival de Jazz de Montreux, em 3 de julho de 2006. A jam session é maravilhosa e inclui somente nomes como Randy Crawford, Glady Knights, Stanley Clark, Joe Sample, George Duke, Barbara Hendrix ,Leela James, John MacLaughin, David Sanborn and Earl Thomas...







13 de Maio de 2007

Carey Bell: 1936-2007

O gaitista Carel Bell, que tocou com grandes nomes do blues de Chicago, como Muddy Waters e Willie Dixon partiu na última semana. Nascido no Mississippi, Bell aprendeu muito de sua arte com Big Walter Horton e Little Walter Jacobs.

Mais informações podem ser obtidas no link:

http://livebluesworld.com/blog/2007/05/07/carey-bell-1936-2007/#more-216

Gostaria de aproveitar e agradecer Lynda Peters Müller, uma americana radicada em Zürich, que tive a oportunidade de conhecer durante o Festival de Jazz de Montreux em 2005. Usualmente trocamos notícias sobre o blues e esta notícia, como a sobre James Toney vieram através dela.

Lynda, thank you very much for supporting us at Brazilian Blues Society with news! Our regards from Brazil.